Gripe e as vacinas, o que fazer?

Devido a tantos casos de gripe, hospitais lotados, pessoas com duvidas referentes à vacinação, e, sobretudo preocupadas com a temida Gripe A, a Influenza H1N1, esses últimos dias estão sendo preocupantes aqui em São Paulo.

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Foto: Pixabay

Diante de tantas informações que chegam, a preocupação não poderia mesmo ser menor, principalmente para nós mamães. O que fazer então?

Segue o link de duas matérias da Revista Crescer que esclarecem sobre o assunto, vale a pena conferir.

http://revistacrescer.globo.com/Voce-precisa-saber/noticia/2016/03/vacina-contra-gripe-incluindo-h1n1-ja-esta-disponivel-na-rede-particular.html

http://revistacrescer.globo.com/Voce-precisa-saber/noticia/2016/03/gripe-casos-de-h1n1-sao-registrados-mais-cedo-este-ano.html

Tem também (abaixo) algumas atitudes simples, mas que fazem toda a diferença. Quem dá as dicas é o Dr. Ricardo Fonseca @pediatriavirtual lá no Instagram. Aproveitem para curtir a pagina dele!

  1. Evite locais fechados e com aglomeração de pessoas.
  2. Higienizar as mãos frequentemente, de preferência com água e sabão ou álcool gel.
  3. Evitar coçar os olhos, boca e nariz com as mãos sujas.
  4. Quando tossir, não cobrir a boca com a mão. Se não tiver lenço à mão, tossir na dobra do braço, que diminui o risco de contagio.
  5. Não divida objetos de uso pessoal.
  6. Realizar a limpeza nasal com Soro Fisiológico pelo menos 3 vezes ao dia.
  7. Consuma bebidas quentes, elas conseguem limpar os vírus da garganta, levando para o estômago, onde serão inativados devido ao Ph ácido.
  8. Aumente a imunidade, o uso de vitamina C com Zinco é boa opção.
  9. Mantenha os ambientes bem ventilados.
  10. Tomar a Vacina.

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E você que é de outras cidades, como está a situação da gripe e das vacinas por ai?

Espero ter ajudado,

Vamos tratar de nos proteger?

Beijos e até mais.

Créditos:

Revista Crescer

Dr. Ricardo Fonseca: @pediatriavirtual

O uso da chupeta.

 

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Foto: Pixabay

 

Falar em chupeta  para mim é quase como falar em aconchego (Porque lembro de que gostava muito quando criança). Prejuízos à parte, esse objeto me remete a certa tranquilidade.

Quando criança fiz uso de chupeta, e quando mãe  logo pensei em oferecer a meu filho. Claro que temi o momento da retirada, pois apesar de ofertar não deixaria que o uso se estendesse muito, queria evitar os problemas que podem ocorrer com o tempo.

No nosso caso, a chupeta não prejudicou a amamentação em livre demanda, meu bebê foi amamentado até quase dois anos, e parou de mamar por vontade própria. Logo depois também deixou a chupeta, muito tranquilamente.

Houve uma fase nesse percurso que me incomodava um pouco, não posso negar… Não gostava quando o Luca queria a chupeta nas horas de brincadeiras ou durante passeios, para mim não é legal o uso constante durante o dia, ver a criança com a chupeta na boca o tempo todo não dá.

Quando deu sinais que queria sair da chupeta, logo percebi e encorajei meu filho. Ele começou a morder e rasgar o bico, eu descartava imediatamente a chupeta rasgada, e ele queria uma nova, mas fazia a mesma coisa. Comecei a dizer que não poderíamos mais comprar chupetas, até porque meu filho só aceitava uma marca, e dá mais trabalho ainda (mas eu prefiro)…

Não precisou muito esforço, o meu bebê de dois anos e três meses, jogou uma chupeta que havia estragado no lixo, e desde aquele dia não pediu mais.

Esse relato é da minha experiência familiar com a chupeta, e no geral não tive problemas, mas é preciso atenção, pois o uso também pode ser prejudicial para algumas crianças.

Cada mamãe e papai deve conversar com seu médico para esclarecer os riscos e vantagens da chupeta e decidir se seu filho usará ou não. Nada como consultar um profissional: Dentistas, médicos e fonoaudiólogos podem nos explicar todos os pontos relevantes sobre o assunto, a psicologia também explica essa fase onde a criança sente a necessidade de sugar algo e colocar as coisas na boca.

Então mamães, sabendo que a chupeta pode servir para acalmar seu bebê, mas também pode prejudicá-lo, é preciso  estudar e refletir sobre o uso e a oferta, dessa que pode ser aliada ou vilã na vida das crianças e da família.
Beijos, Marcela

Como escolher o pediatra ideal?

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Foto: Pixabay

 

Logo ao sair da maternidade com o bebê recém-nascido,  uma preocupação sai junto com a maioria das mamães e papais: Quem será nosso pediatra, que dia será, como será??? Enfim, é uma questão que muito nos interessa…

Durante minha gravidez,  pensei em já escolher o pediatra e peguei indicação com uma amiga. Mas quando saímos da maternidade, esse pediatra estava com a agenda lotada para a semana que eu precisaria. Marquei então em outra pediatra, que também tinha indicação de parentes.

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No dia tão esperado da primeira consulta, criei inúmeras expectativas e lógico, haviam muitas perguntas a serem feitas!

Gostei da consulta clínica em si, gostei da gigantesca ficha que a médica preencheu com o histórico médico de toda a família, informações que seriam relevantes para o acompanhamento do meu filho. Mas…. Gente, eu queria mais! E nesse caso o mais, foi o sorriso que a médica não nos deu!

Durante toda a consulta a pediatra não sorriu… Nem para mim, nem para o bebê! E quando tentei tirar algum sorriso dela, nada! Deprimente para uma mulher que acaba de dar a luz e está sensível, emocionada e tals…

Fui para casa com uma certeza: Não voltaria mais naquele consultório!

Na semana seguinte consegui horário no pediatra que minha amiga havia indicado, e que cuidava do filho dela há pelo menos 12 anos. Ai sim!!! Quando cheguei lá me senti muito aliviada, segura… Senti que seria meu pediatra ideal!

Ganhei o sorriso que eu queria, o atendimento clínico que precisava, e o mais importante: Muita atenção com a questão da Amamentação Exclusiva em Livre Demanda!

Depois disso tudo meu filho precisou de um cirurgião pediátrico. Tratei da mesma forma, com  indicação e mais afinidade (do coração de mãe), e não tive dúvidas de que estaríamos em boas mãos.

É isso ai meninas, minha experiência com a escolha do pediatra é essa, e agradeço a Deus por ter dado certo.

Minha dica de mãe é: Siga seu coração e sinta-se segura com o médico que cuidará dos seus filhos, pois gente, o bom desenvolvimento da criança começa com uma total atenção a tudo que envolve sua saúde.

Beijos e até mais!

Marcela